(...) O lugar insignificante que ocupo é tão minúsculo em comparação com o resto do espaço, onde não estou e onde ninguém se importa comigo! A parcela do tempo que hei de viver é tão ridícula em face da eternidade, onde nunca estive nem estarei... Neste átomo, neste ponto matemático, o sangue circula, o cérebro trabalha e quer alguma coisa... Que estupidez! Que inutilidade!. — Ivan Turgueniev, no livro "Pais e Filhos".

Quadro: "Elbrus Behind the Clouds", 1894 - Nikolai Yaroshenko.

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